Universo em Bits Live minimal

Trocando a ordem de botões de janela no Ubuntu

Uma das novidades da versão atual do Ubuntu (Jaunty Jackalope – 10.04), foi a alteração da ordem dos botões de janela. A mudança foi feita para abrir terreno para alguns experimentos que Mark Shuttleworth e equipe pretendem implementar na versão 10.10 (Maverick Meerkat).

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Bokeh

Bokeh é um termo japonês que significa “esfumaçado, ofuscado”, algo semelhante ao blur. Na prática, o termo abrange a estética do blur. Seu uso na fotografia consiste em imagens fora de foco, feitas através de ajustes nas lentes e nos tempos de abertura do diafragma. Essa técnica reduz distrações ao colocar a atenção do observador no objeto desejado, além de proporcionar ótimas composições.

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Bigodes em tipografia

A aplicação da tipografia está sendo usada cada vez mais no design, invadindo posters, banners e até mesmo a barbearia. Isso mesmo! Veja só os bigodes inspirados em fontes famosas.

Erwin Bauer

Via: elastika

Pendrive USB como clipe de papel

USB Clip

Com a avanço da tecnologia nos últimos anos, as pendrives tornaram-se objetos constantes no dia-a-dia. A popularização do dispositivo fez com que ele ficasse mais acessível, menor tamanho e com grande capacidade de armazenamento de dados. Isso gerou um fato: elas são extremamente fáceis de se perder. Pensando nisso foi criado o conceito do USB Clip.

A agência de design alemã Emamidesign reinterpretou a função do clipe de papel e transpôs a ideia às pendrives USB, através do USB Clip. Trata-se de uma pendrive com boa capacidade de armazenamento (2, 4 e 8 GB) em um formato de clipe, facilmente anexável a documentos e pastas.

O design inovador, de linhas simples e cores vibrantes rendeu à agência o prêmio Red-dot Design Award 2010. O conceito tem seu uso ampliado, em compartilhamento de arquivos: anexa-se, por exemplo, o USB Clip a um relatório de papel, complementando com o restante dos dados em outro formato de mídia.

USB Clip

USB Clip

USB Clip

Via: Minimalissimo


Minimalismo na web

Introdução

O termo minimalismo se refere a um movimento cultural do século XX, envolveu diversas áreas da arte e tinha como base a expressão do artista através de elementos fundamentais, sem excessos, somente com os recursos essenciais à compreensão.

Resumindo as contribuições do minimalismo às artes, a música inspirada no movimento é marcada por repetição e estaticidade de seus elementos. Já a literatura minimalista é e econômica com as palavras, o que força o leitor a participar ativamente da leitura, construindo a interpretação do texto. Nas artes plásticas, a pintura usa um número limitado de cores e um desenho geométrico simples. O princípio de que Menos é Mais (Less is more) influenciou as criações do design e arquitetura, com suas formas básicas e funcionais. O minimalismo está intrinsecamente incorporado ao conceito de simplicidade e funcionalidade. Atualmente, o estilo está sendo cada vez mais influente em um seguimento: o webdesign.

Webdesign

O design minimalista é bem mais eficaz principalmente em páginas de produtos e portfólios, onde o foco da atenção do visitante deve ser o conteúdo. Com menos objetos disputando a atenção do leitor, tem-se a garantia de que a informação chegará ao seu alvo.

São várias as vantagens de um site com design minimalista:

Não é fácil fazer aplicar o conceito na web. O webdesigner deve proporcionar acesso rápido às informações essenciais, porém sem deixar o site sem sentido. A usabilidade é fundamental. Facilidade na navegação garante que o leitor não desista e procure outro site do gênero.

A anatomia de um site minimalista

Estes dois artigos resumem os componentes de um site minimalista:

Espaço em branco não é espaço vazio

Espaço em branco não é espaço mal utilizado. Ele organiza os blocos de conteúdo e direciona os olhos para o que é relevante. Também elimina o excesso de informação, o que dificulta a navegação. (veja os sites Justin Kropp, Iconwerk da Frabel Fundation e este tutorial de como usar o espaço em branco)

Combine estética e funcionalidade

A maioria dos sites utiliza gráficos e cores de forma separada do conteúdo, gerando confusão e perda de continuidade do estilo. Já os sites minimalistas usam os dois juntos, mesclando a navegação e conteúdo com fontes e formas que criam a identidade visual. Assim, não há distração, uma vez que a função é a essência do estilo. (veja Airport Bags, Finch e Indie Labs)

Tipografia

Elemento importante do design é a tipografia. Por usar menos fotos e gráficos, a escolha da fonte correta é essencial para manter a atenção do visitante e não deixar o site pior ainda. A fonte deve ser simples, de fácil leitura, bonita e que mantenha a identidade visual do site. Tipografia e minimalismo estão intimamente relacionados. (veja o Lokesh Dhakar, Lift Interactive, Vitor Lourenço e Monty Lounge)

Impacto das imagens

Por usar poucas imagens, garanta que elas sejam usadas com eficiência. A disposição na página, as cores e o espaço em branco ajudam a atrair a atenção. Em vez de muitas imagens que não dizem nada, por que não usar poucas, mas que dizem muito? Uma simples relação qualidade versus quantidade. (veja Extratasty, Mark Bixby e Mytton Williams)

Uso das cores

As cores ajudam a tipografia a sustentar o estilo. Suas combinações devem ser agradáveis aos olhos e realçar o conteúdo. A simplicidade do minimalismo dá mais liberdade na escolha das cores, favorecendo a criatividade do designer. (veja os sites de Ben Hulse, Kraaft e SayHej)

Retire a tralha

Elas só ajudam a aumentar a bagunça e tirar a atenção para o essencial. Widgets, estatísticas, calendários, badges, (…), tudo isso pode ser retirado, a não ser que sirvam para organizar ou gerar conteúdo.

Exemplos

Erwin Bauer

Jason Mayo

Kyan Media

Mais exemplos

* (Originalmente postado em 15/01/09)

Recomeço

Depois de um tempo ausente e alguns problemas com o backup do blog, decidi recomeçar a escrever e a selecionar os melhores posts já publicados. Quero destacar os textos com a temática do minimalismo, tendência que vem ganhando força e que me agrada profundamente. Artigos sobre produtividade pessoal, GNU/Linux e  design não ficarão de fora.

Aguardo suas críticas ou sugestões nos comentários!